É, sem dúvida alguma, para o
Brasil, um privilégio maravilhoso sediar esta Copa do Mundo no Brasil. O
futebol é uma expressão marcante de nossa cultura colorida e diversificada.
Como bom brasileiro que sou, estou
no clima da Copa com minha família, torcendo pela seleção brasileira. Isso é
tudo muito especial para todos nós.
É preciso, porém, neste momento
histórico de festa tupiniquim fazer uma análise introspectiva motivacional, ou
seja, cada brasileiro olhar para dentro de si e sondar suas motivações e
paixões.
A começar pela ideia equivocada de
nosso governo de acreditar que sediar uma Copa trará algum tipo de exaltação
histórica para o país.
O que o rei Salomão, o homem mais
sábio que já viveu (depois de Jesus, é claro) diria à nossa excelentíssima
presidenta Dilma Russef acerca disso?
“A justiça exalta as nações, mas o
pecado é a vergonha dos povos.”
Provérbios 14:34
Vamos para o que interessa. As mais
importantes nações do planeta estão reunidas em nossa terra correndo por uma
“Copa”, e como bem escreveu Paulo: “...os
que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva [a Copa].”
(I Coríntios 9:24). Em outras
palavras, das trinta e duas seleções que representam seus países, apenas uma
seleção erguerá a tão sonhada “Copa”.
A questão é: Quem vai merecer esta
“Copa”? A resposta é óbvia; aquela seleção que se se superar com uma mistura de
qualificações táticas, técnicas, atléticas, além de raça, foco, determinação
etc. É um conjunto de aspectos mentais, físicos e emocionais. Assim, não
podemos apenas pelo fato de sermos brasileiros dizer que o Brasil merece esta
“Copa”.
Existe uma “Copa” que o Brasil e
cada nação existente da terra mereceria. Uma Copa que estava destinada a nós
brasileiros e a todas as nações. Uma Copa que, diferente da Copa da Fifa que
foi exposta por vários dias em Itaquera e no mundo, só foi exposta duas vezes
na história humana.
Gosto da palavra “Copa”, ela é
sinônima das palavras “taça” e “cálice”, e remete minha fértil mente de
evangelista à “Copa da Ira de Deus”. Sim, a Copa que estava cheia da ira de
Deus sobre o Pecado da raça humana. A Copa que estava destinada para nós, para
o nosso amado país, o Brasil.
A Copa do juízo divino sobre o as
abominações do Carnaval. A Copa juízo divino sobre a sensualidade brasileira. A
Copa do juízo divino sobre o homossexualismo, o aborto e as drogas. A Copa do
juízo divino sobre o famigerado funk carioca. A Copa do juízo divino sobre a
corrupção política e a injustiça social. A Copa do juízo divino sobre a
idolatria, a superstição e o misticismo nacional.
Siga-me por um momento em uma
viagem ao passado, a dois mil anos atrás num jardim chamado Getsêmani...
“E, indo [Jesus] um pouco mais
adiante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é
possível, passa de mim esta [Copa]; todavia, não seja como eu quero, mas como
tu queres... E, indo segunda vez, orou, dizendo: Meu Pai, se esta [Copa] não
pode passar de mim sem eu a beber, faça-se a tua vontade.”
Mateus 26:39-42
A ira destruidora que consumiria o
Brasil e as nações estava nessa Copa. Ninguém poderia bebê-la. Ninguém esteve,
está ou estará qualificado para bebê-la. O jovem e talentoso Neymar não
poderia. Leonel Messi não poderia, Cristiano Ronaldo não poderia. Pelé não
poderia. Maradona não poderia. Garrincha não poderia. Platini não poderia. Em
fim, nenhuma personalidade do mundo do futebol poderia beber esta Copa. Tão
pouco Buda, Confúcio, Maomé, Hércules, Aquiles, Jasão, Perseu, Sócrates,
Aristóteles, Platão, Demostenes, papas, pastores, bispos, presidentes, reis...
Somente uma coisa qualificaria um
homem para beber esta Copa: a perfeição.
A justiça de Deus declarou que para
assumir legalmente o preço do Pecado da humanidade, era necessário ser um homem
perfeito. E somente um homem na história pôde ganhar o terrível “direito” desta
Copa: JESUS CRISTO.
Como homem, Ele relutou
um pouco, mas bebeu.
Como Deus, Ele aceitou
o seu destino, e venceu.
Ele bebeu até a última
gota. Ele pagou o preço impagável.
Ele assumiu a dívida
que não devia. Ele suportou a dor que não merecia.
Sim, triunfante e
ressurreto levantou a Copa vazia.
Termino esta reflexão com um aviso
e um apelo de amor...
Em quatro mil anos, de Adão à
Cristo, o pecado humano apenas um cálice encheu.
Mas apenas dois mil anos sete
cálices se encheram novamente.
Estas “Copas” Jesus não beberá
mais. Esta “Copa” pertence às nações. Sim, as nações e as pessoas que não se
curvarem ao senhorio de Jesus Cristo.
O tempo está se abreviando!
Entregue sua vida totalmente à Jesus. Evangélicos, católicos, budistas,
muçulmanos, chintoístas, taoístas... Sua religião não te pode salvar, apenas
Jesus Cristo, se a Ele se entregar!
“E ouvi, vinda do templo, uma
grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide e derramai sobre a terra as sete
[Copas] da ira de Deus”
Apocalipse 16:1
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