quarta-feira, 4 de março de 2015

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

SOBRE A AUTORIDADE DE CRISTO E A EXPANSÃO DE SEU REINO

Por Kenneth L. Gentry Jr.


E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder [autoridade] no céu e na terra...
Mateus 28:18

Não só a autoridade de Jesus está acima de qualquer outra, como ela também se entende a todas as esferas. Não apenas no âmbito espiritual (a esfera íntima da pessoa), mas em todas as áreas da vida. Ela serve de forma universal e abrangente como base da verdadeira cosmovisão cristã. O “toda” que define “autoridade” é usado aqui no sentido distributivo, implicando toda forma de autoridade. Ou seja, toda e qualquer esfera de pensamento e atividade jaz sob sua ordem detentora de autoridade: eclesiástica, familiar e pessoal – bem como a ética, social, cultural, financeira, judicial, legal, política (dentre as demais esferas). A esplêndida recompensa de sua obra redentora é o senhorio soberano sobre todos (Ef 1:19-23; Cl 1:18; Fl 2:9-10; I Pe 3:21-22; Ap 1:5; 17:14; 19:16).

O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado.
Mateus 13:33

Aqui Jesus descreve o progresso intensivo do Reino no mundo. O fermento é um agente de penetração que se difunde de forma gradual para o hospedeiro a partir de dentro (Lc 17:20-21), pois “um pouco de fermento faz com que toda a massa fique fermentada” (I Co 5:6; Gl 5:9). Dessa forma, o fermento penetrará por completo nas três medidas de farinha (que representa o “mundo” com em Mt 13:38). O Reino penetrará em tudo (Mt 13:33). Essa implicação se encontra em parábolas do Reino: Ele produzirá convertidos a cem por um (Mt 13:8). Ele será predominante no campo/mundo (Mt 13:30). Ele crescerá até se tornar o maior dos arbustos (Mt 13:31-32).

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

sábado, 31 de janeiro de 2015

CURA DIVINA E MISSÕES


Não há dúvidas, os pregadores e missionários mais bem sucedidos no campo são aqueles que estão revestidos do poder de Deus. As estatísticas de missões apontam para um crescimento significativamente maior do trabalho pentecostal em relação aos tradicionais.

Os dons e o poder de cura têm sido uma ferramenta poderosa para desbravar lugares de difícil penetração do evangelho. Em muitas ocasiões, a cura de uma única personagem capta a atenção de todo um vilarejo, cidade, ou mesmo nação para ouvir e receber a pregação.


E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia, pois que muitos paralíticos e coxos eram curados. E havia grande alegria naquela cidade.
Atos 8:7-9


Note que o êxito missionário do evangelista Filipe em ser ouvido na cidade de Samaria se deveu ao seu ministério marcado por curas. Este é tipo de ministério que expande as fronteiras e promove a alegria nas sociedades.

Não se engane missionário, seu ministério não terá o mesmo êxito baseado somente na homilia cristã (discurso). Fomos comissionados como testemunhas da ressurreição (Atos 1:22; 2:32), ou seja, precisamos provar com evidências incontestáveis que Jesus está vivo (Atos 4:16). Basta apenas uma cura para que as portas se abram para o Evangelho do Reino.


E ali, próximo daquele mesmo lugar, haviam umas herdades que pertenciam ao principal da ilha, por nome Públio, o qual nos recebeu e hospedou benignamente por três dias. Aconteceu estar de cama enfermo de febres e disenteria o pai de Públio, que Paulo foi ver, e, havendo orado, pôs as mãos sobre ele e o curou. Feito, pois, isto, vieram também ter com ele os demais que na ilha tinham enfermidades e sararam, os quais nos distinguiram também com muitas honras; e, havendo de navegar, nos proveram das coisas necessárias.
Atos 28:7-10


O missionário Paulo tornou-se figura popular e de credibilidade na ilha de Malta por conta da cura de uma pessoa pública, e subsequentemente por outras curas.
Não podemos separar missões do poder de Deus. E visto que a obra redentora apresentada na mensagem do Evangelho inclui salvação da alma e cura do corpo, então não podemos separa missões e cura divina.

VOLTEMOS ÀS CRUZADAS EVANGELÍSTICAS


Infelizmente, o termo cruzadas em sua etimologia histórica, nos remete a um tempo em que a igreja perdeu o rumo em sua mentalidade de expansão. O primeiro movimento chamado “cruzadas”, foi uma verdadeira carnificina “em nome de Deus”.
Alguns séculos após o movimento protestante, porém, o termo cruzadas ganhou uma nova conotação no ministério de homens de Deus como Jorge Whitefield, John Wesley e Jônathas Edwards entre 1700 e 1800, e Charles Finney e Dwight Moody entre 1800 e 1900.
No início do século XX as cruzadas ganharam força, especialmente na América através do ministério de tendas de Oral Roberts, Jack Cole e A.A. Allen. Foi, no entanto, com os evangelistas Billy Sunday, Billy Graham e Jimmy Swaggart que este ramo de reunião religiosa ganhou mais respeito e amparo midiático.
No Brasil, as cruzadas tiveram como pioneiros três americanos: Mooris Cerullo, Bernard Johnson e Harold Williams nos anos cinqüenta. Depois, ministros brasileiros nativos empreederam esforços para as cruzadas: Rodolfo Buttenmüller, Celso Lopes, Gesiel Gomes, Napoleão Falcão, Caio Fábio, dentre outros. Foi a era de ouro dos evangelistas no Brasil.
Podemos definir uma cruzada evangelística assim: Um esforço conjunto entre igrejas locais para mobilizar crentes e descrentes, atraindo sua atenção para uma série de reuniões evangelísticas fora do templo, em torno de ministros especificamente ungidos para este fim, os evangelistas.

Com o tempo e a demasiada institucionalização da mentalidade eclesiástica, a igreja passou a ser “indoor”, e todos os esforços passaram a ser pelo crescimento interno da igreja local, como um grande “repolho” (que cresce para dentro). As cruzadas foram reduzidas a quase inexistência.

Há um clamor no coração de Deus e desta geração apostólica: Voltemos às Cruzadas!!!

Em cruzadas, Deus não usa as placas ou nomes de igrejas, mas os nomes de seus ministros para glorificarem o Seu Nome. Mas para isso, é necessário que cada pastor compreenda seu papel na comunidade como um membro do corpo de Cristo que participa na expansão, não de sua denominação em primeira instância, mas na expansão do Reino de Deus. E os evangelistas por sua vez devem estar cônscios de que trabalham pelo Reino de Deus, mas também pela igreja local e os pastores. Evangelistas servem pastores, promovendo a Igreja local.

As maiores e mais frutíferas concentrações evangelísticas de Jesus não ocorreram no templo, mas nos montes (cruzadas).
Um exemplo clássico de cruzada evangelística se deu no ministério do diácono evangelista Filipe na cidade de Samaria. A cruzada de Filipe em Samaria foi marcada por pregação cristocêntrica, multidões sedentas, curas e sinais miraculosos, libertação, e muita alegria (Atos 8:4-8). Mas Filipe não era um pregador “independente”, ele estava sob autoridade da Igreja e lideranças em Jerusalém (Atos 8:14-17).

Pastores conscientizem-se! Em seus esforços ministeriais solitários no trabalho evangelístico (II Timóteo 4:5) vocês certamente ganharão algumas almas para o Senhor, mas através do ministério de ministros evangelistas e ações conjuntas com outras igrejas, em cruzadas, seu potencial evangelístico será grandemente acrescentado. A Igreja Local é o barco responsável por ajudar a recolher os peixes de uma grande pesca (“a cruzada”). Evangelistas não apascentam almas, somente as atraem.

TODAS AS IGREJAS REUNIDAS EM
UMA MISSÃO: GANHAR ALMAS PARA JESUS.

1)    UM POUCO MAIS SOBRE O QUE É UMA CRUZADA EVANGELISTICA?

Uma Cruzada Evangelística é acima de tudo um ato de obediência ao nosso chamado de pregar o Evangelho do Reino de Deus e também um instrumento que o Senhor nos deu para que milhares de vidas sejam alcançadas para Jesus Cristo em um único evento. Estas cruzadas seguem o exemplo do próprio Senhor Jesus e dos seus discípulos, os quais anunciaram as Boas Novas a grandes multidões com resultados extraordinários, conforme lemos nos Evangelhos e no livro de Atos dos Apóstolos.
A realização da cruzada ocorre em um local público, para facilitar o acesso das pessoas à propagação do Evangelho de Jesus Cristo. Há uma programação definida com a finalidade de atrair o máximo possível de pessoas para o local e também para que elas se sintam à vontade em nosso meio. A maior ênfase nestas cruzadas é dada a pregação do Evangelho, sendo a mesma antecedida por uma ministração de Louvor e Adoração e seguida por um tempo de oração pelos enfermos e oprimidos. Ao final, realizamos a distribuição de cestas básicas através de voluntários.
É importante ressaltar que a Cruzada Evangelística não se inicia na data do evento, pois na verdade, ela é fruto de oração, jejum e dos preparativos durante a pré-cruzada nas igrejas e nos povoados da região, nos quais o ministério Jesus para Todos com seu diretor de cruzadas e as igrejas locais trabalham juntas para colocar em prática a visão de se ganhar toda a cidade para Jesus Cristo nosso Senhor.
Não temos como objetivo promover marcas, produtos ou uma denominação, nem sequer fazer propagandas políticas. Temos como objetivo exclusivo pregar a mensagem de salvação e milagres aos perdidos e doentes, que por sua vez serão encaminhados para as inúmeras igrejas locais da cidade. Como fruto da cruzada, teremos uma cidade marcada pelo poder do Evangelho e um novo tempo espiritual nas igrejas locais.
Uma CRUZADA EVANGELÍSTICA é o inicio de uma super colheita de almas.

2)    QUAIS OS BENEFICIOS DE UMA CRUZADA EVANGELÍSTICA PARA MINHA CIDADE OU MUNICÍPIO?

1- Os pastores e membros das igrejas têm sua fé renovada pelo Espírito Santo;
2- A cidade inteira tem a oportunidade de receber Jesus Cristo, pois todas as pessoas são evangelizadas;
3- Crescimento da Igreja: as Igrejas experimentam o grande crescimento numérico após uma cruzada;
4- Fortalecimento do corpo de cristo;
5- Os milagres são manifestos em todos em uma genuína cruzada evangelística;
6- Comunidades são impactadas com o poder do evangelho.
7- Os membros se tornam testemunhas vivas e eficazes de Jesus Cristo.
8- Ajudar a igreja cumprir sua missão de evangelizar todo o mundo: motivando, treinando, suprindo e acompanhando.

3)    O QUE É PRECISO PARA REALIZAR UMA CRUZADA EVANGELISTÍCA?

Após o convite enviado para realizarmos uma cruzada, fazemos um contato via telefone ou via email, através do qual nossa assessoria esclarecerá todas as dúvidas possíveis, antes mesmo da nossa primeira reunião em sua cidade.
O sucesso de uma Cruzada Evangelística em sua cidade depende não somente do ministério Jesus para Todos, mas também das igrejas envolvidas. Estas devem se comprometer a efetivar o que é solicitado abaixo:
Importante para que a cruzada aconteça em seu máximo potencial:

1. Listar nomes das igrejas locais, seus responsáveis (pastores) e seus respectivos contatos para que seja possível o agendamento de uma reunião objetiva (se possível um Coffee Break) para dar início ao trabalho de mapeamento e estudo da cidade para o evangelismo de porta em porta e realizar assim a primeira colheita de almas.

2. É fundamental o comprometimento, empenho e dedicação da liderança. Esta deve estimular a participação efetiva dos membros de suas igrejas. Utilizamos para este fim um projeto de mobilização envolvendo todos os membros das igrejas, que chamamos de Plano de Ação, em que cada cristão envolvido escreve o nome de familiares e pessoas conhecidas não crentes em um cartão e começa a orar por elas 30 dias antes do evento. Além da oração é feito um convite pessoal e se possível um compromisso em buscá-la em sua casa para participar da cruzada. Os pastores devem orar pela salvação destas pessoas nos cultos que antecedem a cruzada.

3. Nosso diretor de cruzadas é enviado para ajudar de 5 a 15 dias antes do evento para mobilização das igrejas com os voluntários e para fazer nosso trabalho de Impacto e Saturação: mídia na região da cruzada com cartazes, folhetos, carros de som, rádio e outros.

4. Nomear equipe de apoio com aproximadamente 15 pessoas que estejam disponíveis na data da cruzada, para a intercessão (durante todo o evento), consolidação (preenchimento da Ficha de Decisão e Cartão de Milagres) e segurança na área da cruzada.

5. A gestão de todas as questões burocráticas junto à prefeitura local, polícia, órgão de distribuição de energia elétrica, departamento de trânsito local e demais órgãos competentes são de total responsabilidade da liderança do evento, consulte a possibilidade de uma consultoria estratégica.

AGENDE UMA CRUZADA

Deixe aqui o seu contato e o seu interesse de realizar uma cruzada evangelística em sua cidade. Entraremos em contato com você o quanto antes para marcarmos a primeira reunião, para juntos iniciarmos uma grande colheita de almas em sua cidade.
Fale agora mesmo com o conselho de pastores da sua cidade, presbitérios e redes apostólicas, com as igrejas locais, e nos convide para juntos podermos experimentar um crescimento extraordinário com toda sua igreja.

Unam-se a outros pastores, façam reuniões de oração e planejamento, mobilizem seu rebanho, escolham um local público (praça, escola, clube, ginásio, estádio...), convidem um evangelista sério e ungido. Eu me comprometo com sua Igreja e sua visão. Este é o tempo de maximizar o potencial da colheita. Evangelistas e pastores juntos pelo Reino de Deus. De volta às cruzadas. Aleluia!
Entrem em contato conosco e solicite a CRUZADA VOZ DO REINO.

Seguem os contatos para agendamento do Pastor/Evangelista Enéas Ribeiro:
Assessor ELIABE ARAÚJO.
(11) 96071 8289 tim
(11) 95257 3905 oi
e-mail: associacaovozdoreino@outlook.com

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O BRASIL NÃO EVANGELIZADO


O clamor da Grande Comissão jamais esteve tão intenso (Marcos 16:15). As nações precisam ser salvas. Multidões estão morrendo sem salvação e indo ao inferno diariamente, e a igreja precisa despertar para sua verdadeira vocação: MISSÕES.


Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anuncia, a paz, dos que anunciam coisas boas!
Romanos 10:13-15


Desde a minha chamada divina, meu coração arde por missões, sinto intensamente o clamor das almas, mas nunca como neste momento de minha vida. Um senso de urgência profética se apoderou de mim. Tenho fervorosamente intercedido por missões, agora, desejo investir em missões, enviar e missionários e partir em missões.

Apesar de sentir uma forte e inabalável chamada para o continente africano, especialmente de língua portuguesa (Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe...), tenho sido despertado pelo Espírito Santo para o desafio missionário no Brasil. Sim, há povos não alcançados dentro de nosso território.

Nas últimas décadas o número de evangélicos no Brasil saltou de 26,2 milhões em 2000 para 42,3 milhões de pessoas em 2010 segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Portanto, ide, ensinai todas as nações...
Mateus 28:19a


Estas palavras de Jesus devem ser observadas numa perspectiva mais ampla. O termo “nações” do grego “ethnos” não se restringe à geografia de um país, mas pode ser perfeitamente interpretado como “grupo étnico” ou “grupo social”. São as tribos, sejam elas urbanas, rurais, indígenas, socioeconômicas ou socioculturais. Estes grupos podem pertencer a uma mesma nação e ainda assim ter costumes diferentes, linguajar próprio e modus vivendi diversificado. Descobri através da pesquisa de alguns órgãos comunicadores de credibilidade que no Brasil existem pelo menos sete grandes grupos não evangelizados, um desafio missionário para a igreja brasileira. Confira estes grupos no texto de uma revista.

1.         O primeiro grupo é formado pelos indígenas brasileiros. De acordo com a revista, há 117 etnias sem a presença missionária, ou seja, milhares de pessoas que não conheceram o Evangelho. Esses indígenas moram no Norte e no Nordeste do país.

2.         Os ribeirinhos da região amazônica também fazem parte dos menos evangelizados. São 37.000 comunidades que vivem na bacia amazônica formada por centenas de rios e igarapés e cerca de 10.000 delas não possuem nenhuma igreja evangélica.

3.         Os ciganos que residem no Brasil também não foram evangelizados, principalmente os da etnia Calon que possui 700.000 pessoas, destes apenas 1.000 se declaram crentes no Senhor Jesus. Esses ciganos vivem em comunidades nômades, seminômades ou sedentárias em pequenas cidades do Brasil.

4.         Os sertanejos também não foram alcançados pela mensagem do Evangelho. A Igreja brasileira já se despertou para a importância de levar a salvação para o povo do sertão nordestino, mas há 6.000 assentamentos que não possuem nenhuma igreja evangélica.

5.         O quinto grupo citado pela publicação são os quilombolas que possuem cerca de 5.000 comunidades no Brasil. Descendentes de africanos, esses grupos se alojam em áreas mais ou menos remotas e aproximadamente 2.000 dessas comunidades não foram alcançadas pelo Evangelho.

6.         Colônias de imigrantes também são pouco evangelizadas. Há mais de 100 países bem representados no Brasil, sendo mais de 300.000 mil pessoas. Muitos deles vieram de países onde não há liberdade religiosa e mesmo em nossas terras eles não foram evangelizados. Esses imigrantes vivem em São Paulo, Brasília, Foz do Iguaçu e Rio de Janeiro.

7.         O sétimo e último grupo tem característica socioeconômica, são os mais ricos e os mais pobres da sociedade brasileira. O Evangelho não consegue alcançar esses dois extremos, sendo que em alguns estados o número de evangélicos entre os mais ricos e os mais podres é de até três vezes menor que nas outras classes sociais.

E então, sente-se desafiado por essa “nova” perspectiva missionária brasileira? Pois eu me sinto. Você que há muito tempo vem sentindo um peso pelos perdidos e ainda não sabe o que fazer e para onde ir, considere com carinho e oração estes sete grupos de sua pátria e descubra sua missão para este tempo.